→ Tanque de Betesda e o Anjo que Agitava as Águas – Lenda?

No Tanque de Betesda – בֵּית-חִסְדָּא Beit Chesed – Casa de Misericórdia em Hebraico – havia um Paralítico há 38 anos, e mais toda sorte de enfermos, doentes e miseráveis. Era um Tanque diferente dos demais, pois possuía Cinco – Sha’arei Chesed – Cinco Alpendres, ou seja, cinco Portas de Entrada para a Casa da Graça e da Misericórdia.

Realmente, essa é uma das passagens mais belas do Novo Testamento. E quais seriam as Revelações, os Ensinos que estariam conectados com a Cura do Paralítico no Tanque de Betesda? Como a descrição que o Apóstolo João traz no capítulo 5 do seu Evangelho pode nos ajudar a entender essa passagem?

Para que possamos compreender essa narrativa, e as partes consideradas “problemáticas” pelos Teólogos (como a descida do anjo que movia as águas), teremos de dividir este estudo em alguns tópicos:

  1. O Tanque de Betesda: Porque o Foi Construído?
  2. A Casa da Graça e da Misericórdia;
  3. “Trinta e oito anos (o Sinal)” no Deserto e a Paralisia Espiritual; e
  4. O Paralítico é um Tipo de Israel.
o paralítico no tanque de betesda O Paralítico Estava no Tanque de Betesda.

PORQUE O TANQUE DE BETESDA FOI CONSTRUÍDO?

A contaminação do povo de Israel com a idolatria e a imoralidade fez com que a ira de Deus os expulsasse da Terra Prometida, quando foram levados para o cativeiro Babilônico por Nabucodonosor.

E após o Exílio Babilônico (que ocorreu por desobediência aos mandamentos do Senhor), houve uma tentativa de expandir os conceitos de pureza (rituais de purificação com água, que era exigida aos sacerdotes) a todo o restante do povo.

Normalmente, a Lei de Deus (a Torá constituída dos cinco primeiros livros da Bíblia), exigia a purificação com água, somente quando um indivíduo fosse adentrar o Templo em Jerusalém. Porém, como parte dessa tentativa de evitar um novo exílio, foi expandida o entendimento da abrangência do local santo, não ficando restrito ao Templo, mas foi aumentada para toda a cidade de Jerusalém.

Daí houve a necessidade de se construir diversos tanques de imersão (semelhante ao batismo cristão), para atender a grande demanda do povo, principalmente nas festas de peregrinação (Páscoa, Shavuot, e Sukkot – Tabernáculos ), quando os Judeus das partes mais remotas de Israel vinham à Jerusalém para ofertar no Templo.

O arqueólogo Shimon Gibson tem sustentado que esse tanque era usado para o ritual de purificação dos Judeus, na época do segundo Templo, desde o segundo século antes de Cristo.

Tendo conhecimento dessa introdução, vamos ao Texto Base dessa magnífica passagem:

“Depois disto havia uma festa entre os judeus, e Jesus subiu a Jerusalém.

Ora, em Jerusalém há, próximo à porta das ovelhas, um tanque, chamado em hebreu Betesda, o qual tem cinco alpendres.

Nestes jazia grande multidão de enfermos, cegos, mancos e ressicados, esperando o movimento da água.

Porquanto um anjo descia em certo tempo ao tanque, e agitava a água; e o primeiro que ali descia, depois do movimento da água, sarava de qualquer enfermidade que tivesse.

E estava ali um homem que, havia trinta e oito anos, se achava enfermo.

E Jesus, vendo este deitado, e sabendo que estava neste estado havia muito tempo, disse-lhe: Queres ficar são?

O enfermo respondeu-lhe: Senhor, não tenho homem algum que, quando a água é agitada, me ponha no tanque; mas, enquanto eu vou, desce outro antes de mim.

Jesus disse-lhe: Levanta-te, toma o teu leito, e anda.”

João 5:1-8

Aqui os dois primeiros versos em Hebraico Bíblico:

1  אַחֲרֵי הַדְּבָרִים הָאֵלֶּה הָיָה חַג הַיְהוּדִים וְיֵשׁוּעַ עָלָה לִירוּשָׁלַיִם.

2  הָיָה שָׁם בִּירוּשָׁלַיִם מָקוֹם אֶחָד לִטְבִילָה, שֶׁנִּקְרָא בְּעִבְרִית בֵּית-חִסְדָּא, וְהָיוּ בּוֹ חֲמִשָּׁה מְבוֹאוֹת.

A FESTA DESCONHECIDA

Depois disto havia uma festa entre os judeus” – A cura do Paralítico do Tanque de Betesda ocorreu, provavelmente durante a festa conhecida como Shavuot, ou Festa das Semanas, que é celebrada cinquenta dias após a Páscoa. Nesta festa os Judeus comemoram a revelação da Lei de Deus para Moisés e o povo de Israel, no evento do monte Sinai, também chamado em Hebraico de Matan Torah.

O Evangelista João não cita, no início do capítulo 5 (que trata da cura do paralítico de Betesda), o nome desta festa porque o tema principal do livro de João é apresentar Jesus como o “Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”.

Por isso João dá ênfase à Festa da Páscoa, onde a função do cordeiro tem proeminência. Veja que João não retrata toda a vida de Jesus, como os demais evangelhos fazem, mas inicia logo do Seu batismo, e dá saltos na sua narrativa, tratando já no capítulo dois, da Páscoa – “E estava próxima a páscoa dos judeus, e Jesus subiu a Jerusalém.” João 2:13.

Novamente, no capítulo 6, João retorna ao tema da Páscoa para associar Jesus a um dos elementos principais desta festa, que é o pão. Após a citação de que a Páscoa estava próxima, João passa a descrever a multiplicação dos cinco pães de dois peixinhos.

“E a páscoa, a festa dos judeus, estava próxima.” João 6:4

“Então Jesus, levantando os olhos, e vendo que uma grande multidão vinha ter com ele, disse a Filipe: Onde compraremos pão, para estes comerem?”  João 6:5

João é o evangelista que mais dá detalhes da última Páscoa que Jesus participou com seus discípulos, que ficou conhecida como a última ceia. Do capítulo 12 em diante, ele passa a descrever os eventos que antecederam a morte de Jesus, relacionada com a Páscoa, e que apresenta Jesus como o Cordeiro Pascal – o sacrifício perfeito e eterno.

“Foi, pois, Jesus seis dias antes da páscoa a Betânia, onde estava Lázaro, o que falecera, e a quem ressuscitara dentre os mortos.” João 12:1

A PALAVRA DE DEUS NA ÉPOCA DE JESUS

Então, Jesus, no capítulo 5:1 de João, desce para Jerusalém no período da comemoração de uma festa que celebra o recebimento da Lei de Deus, pelo povo de Israel. E vale aqui lembrar que para os Judeus do primeiro Século, os Livros da Lei, os primeiros cinco livros – de autoria de Moisés – é que constituíam a Bíblia que os Judeus conheciam. Para os discípulos de Jesus, os cinco primeiros livros de Moisés eram a Bíblia que eles conheciam (se bem que existia os rolos dos Profetas, mas nem todos reconheciam a autoridade daqueles livros, como por exemplo os Saduceus).

Os livros de Moisés, o Pentateuco, também chamado em Hebraico de Torá, eram os livros amplamente reconhecidos como sendo a Palavra de Deus. Todas as seitas Judaicas da época reconheciam isto, porém o mesmo não acontecia com os livros dos profetas. Havia seitas que não reconheciam a autoridade dos Profetas como Palavra de Deus.

Então, resumindo e recapitulando, os cinco primeiros livros, o Pentateuco ou Torá, eram tidos como a Palavra de Deus, para os Judeus daquela época. Esse fato pode parecer irrelevante, mas é essencial para o entendimento da cura do paralítico no Tanque de Betesda. Vamos prosseguir, você vai entender no final.

O TANQUE DE BETESDA

O Tanque de Betesda (βηθεσδά em Grego), estava localizado próximo na parte norte da muralha do Templo e da Fortaleza Antônia, construída por Herodes, e ficava originalmente, fora dos limites dos muros da cidade de Jerusalém.

o tanque de betesda fora dos muros de jerusalém

O Tanque de Betesda, ao lado Direito do Templo, Fora dos Muros da Cidade de Jerusalém.

Há autores que tomam esta informação, e também alguns achados arqueológicos que remetem à divindade chamada de Asclépio, (da mitologia Grega e Romana, deus da medicina e da cura), para afirmar que o Tanque de Betesda era um local de adoração pagã.

asclépio deus da medicina e da cura

Serápis ou Asclépio, o deus Romano da Medicina e da Cura.

Na nossa opinião, Betesda não poderia ser associada com a adoração a esse deus Greco-romano, porque foi somente depois da destruição do Templo de Jerusalém pelos Romanos (ocorrido no ano 70 DC), e mais, após 100 ou 200 anos, que os Romanos construíram uma “Casa de Banhos” dedicada ao deus Asclépio, justamente por causa da tradição que houve cura nas águas deste tanque.

A dedicação Romana deste tanque a sua divindade pagã, é portanto uma reflexão dos anos anteriores, da época de Jesus e de João.

O contexto histórico e arqueológico vão demonstrar que o Tanque de Betesda era utilizado como um mikveh (tanque de imersão, semelhante ao Batismo), como a Tosefta (um conjunto de registros Rabínicos) descreve quando se refere a este período, – “…A pureza se espalhou em Israel…”

No segundo Século Antes de Cristo, o ritual de purificação com água, que era prescrita somente para os Sacerdotes, foi considerado importante por toda a população. Todas as pessoas de Israel consideravam que tinham que se purificar, especialmente quando iriam entrar na cidade de Jerusalém.

Outro mikveh, um pouco menor do que os de Siloé e Betesda, foi encontrado por Benjamin Mazar, ao sul do Monte do Templo. Este tanque deve ter sido reservado para uso privativo dos Sacerdotes do Templo.

Em Jerusalém, havia pequenos mikva’ot (tanques de batismos) nas residências, porém nos três grandes festivais de peregrinação (Páscoa, Shavuot, e Tabernáculos), era necessário grandes tanques para a purificação das multidões.

Outra prova de que o Tanque de Betesda era usado como local de purificação ritual (semelhante ao Batismo Cristão), é a palavra hebraica para o termo Tanque, em João 5:2 , que é לִטְבִילָה  litvilá – que significa “Tanque de Imersão” – onde se fazia a טְבִילָה Tevilah – imersão.

“Ora, em Jerusalém há, próximo à porta das ovelhas, um tanque (לִטְבִילָה litvilá), chamado em hebreu Betesda, o qual tem cinco alpendres. João 5:2”

UM TANQUE COM CINCO ENTRADAS

Quando Jesus cura o Paralítico, no Evangelho de João, o Tanque de Betesda é descrito como tendo cinco entradas.

E essa descrição era tão não usual (um tanque de imersão tinha quarto entradas e não cinco), como eram os Tanque de Siloé e o Birket Bani Isra’il (nome Árabe para “Tanque dos Filhos de Israel”), que foi descoberto por Charles Warren’s em 1860 em Jerusalém, como publicado pela revista BAS – Biblical Archaeology Society.

Por isso muitos estudiosos afirmavam no passado que o tanque em estudo, era uma criação da imaginação de João.

o tanque de betesda As Cinco Entradas Simbolizavam os Cinco Livros da Bíblia.

O TANQUE SUPERIOR

Durante o Período do Primeiro Templo (que Salomão construiu) o tanque era chamado “tanque superior”, um reservatório formado por uma represa construída no vale de Beth-Zetha, para armazenar água da chuva.

Contudo enviou o rei da Assíria a Tartã… com grande exército ao rei Ezequias, a Jerusalém; subiram, e vieram a Jerusalém. E, subindo e vindo eles, pararam ao pé do aqueduto da piscina superior, que está junto ao caminho do campo do lavandeiro. 2 Reis 18:17

Então disse o Senhor a Isaías: Agora, tu e teu filho Sear-Jasube, saí ao encontro de Acaz, ao fim do canal do tanque superior, no caminho do campo do lavandeiro.
Isaías 7:3

Bezetha também foi mencionada por Flávio Josefo na sua obra Guerra dos Judeus, livro II, Capítulo 19, seção 4..

E com as escavações arqueológicas do local, em 1880, Betesda se revelou um tanque retangular, que na verdade era constituído de “duas piscinas”, separadas por uma parede (ver ilustração acima – três entradas na frente e mais duas na parte de trás), o que fazia com que o tanque tivesse cinco entradas (e isto vai ter uma importância simbólica e teológica muito grande).

As cinco entradas representam os cinco livros de Moisés. E os livros de Moisés, o Pentateuco ou Torá, era a Palavra de Deus naquela época, como explicamos mais acima. As cinco entradas eram a representação da Palavra de Deus.

A PORTA DAS OVELHAS

“Ora, em Jerusalém há, próximo à porta das ovelhas, um tanque.”

Na área norte do Templo estava o Tanque de Betesda e a Porta das Ovelhas. A Porta das Ovelhas era o local por onde as ovelhas entravam na cidade de Jerusalém, para serem sacrificadas no Templo.

A CASA DA GRAÇA E DA MISERICÓRDIA

Betesda (בֵּית־חַסְדָּא-Beit-Chasda) em Hebraico significa “Casa da Misericórdia” e “Casa da Graça”. Neste contexto, o Evangelista João, usando da sua cultura, do seu conhecimento – ele era Judeu e a Bíblia que ele conhecia era o Antigo Testamento – apresenta elementos na sua narrativa que são na verdade pistas (o 2º nível de interpretação, na Hermenêutica Judaica, chamado de REMEZ).

João quer nos passar a mensagem que o Tanque de Betesda simboliza a Misericórdia de Deus, e que há Cinco Entradas para a “Casa da Misericórdia” – os cinco livros de Moisés, que representam a Palavra de Deus.

Ou seja, a Palavra de Deus é a Porta de Entrada para a Misericórdia e para Graça. E Jesus é a própria Palavra Viva e Encarnada (este é o conceito do Aramaico מימרא  “Menra” e do Grego λόγος Logos“, e do Hebraico דבר “Davar“, que significam “Verbo ou Palavra”, e que João aplica em todo o seu evangelho – “No princípio era o verbo…João 1:1”).

Jesus também é a Porta. Portanto, João reúne elementos como água, que simboliza a purificação dos pecados, juntamente com a Porta das Ovelhas, que era usada para levar estes animais para o Sacrifício expiatório.

Toda essa narrativa é um testemunho sobre o Sacrifício do Cordeiro de Deus que tira, limpa e purifica o pecado do mundo. Essa é a Graça de Deus derramada entre os homens!

UM ANJO DESCIA EM CERTO TEMPO AO TANQUE

O movimento das águas do Tanque de Betesda simboliza o movimento da Ruach haKodesh, o Espírito Santo. Muitos vão criticar que apenas o primeiro enfermo a entrar nas águas, após o movimento do Anjo do Senhor, seria curado.

Há quem diga que esta citação de João seria o reflexo de uma crendice, reproduzida pelo nobre Apóstolo de Jesus. Para explicar este fato, gostaria de invocar a imagem de um copo com água até a sua metade.

copo meio cheio ou meio vazio Um Anjo Descia e Agitava as Águas do Tanque de Betesda?

Como você enxergaria este copo? Ele está “meio cheio”, ou está “meio vazio”? Qual é a sua visão da vida? Qual é a sua visão espiritual? Pessimista ou otimista?

Digo isso, porque aquele acontecimento era só um lembrete, um aviso, de que, se sem exigir fé, apenas tomando a atitude de se lançar nas águas do Tanque de Betesda, já se alcançava milagres!

Imagine então, o que poderia acontecer se os Judeus tivessem fé, se cressem no Cordeiro de Deus? Milagres muito maiores seriam alcançados!

Mesmo vendo que um anjo descia, movimentava as águas e quem entrasse era curado, ainda assim aqueles homens não desenvolveram a fé que Deus poderia curar a TODOS!

Deus queria, na verdade, curar a todos aqueles enfermos, mas eles não desenvolviam a fé necessária para isso! Mesmo vendo que o Eterno continuava a curar, que o poder Dele era o mesmo!

Isso também acontecia com Jesus. Apesar de Jesus ter curado a muitos, ainda assim houve ocasiões que Ele não pode fazer milagres, porque o povo insistia em não crer!

 E não fez ali muitas maravilhas, por causa da incredulidade deles.
Mateus 13:58

O PARALÍTICO DE BETESDA

Por isso mesmo, o Paralítico estava naquela situação há trinta e oito anos! Justamente, este é o tempo que foi acrescentado ao povo de Israel, para andar pelo deserto, como punição por desprezar a Terra que Deus jurou que lhes daria:

E vossos filhos pastorearão neste deserto quarenta anos, e levarão sobre si as vossas infidelidades, até que os vossos cadáveres se consumam neste deserto.
Segundo o número dos dias em que espiastes esta terra, quarenta dias, cada dia representando um ano, levareis sobre vós as vossas iniqüidades quarenta anos, e conhecereis o meu afastamento.
Números 14:33,34

E o povo de Israel, já estava no deserto há dois anos quando recebeu esta punição do Eterno. Assim tiveram que ficar mais 38 anos em peregrinação, em estado de Paralisia Espiritual, por causa dos seus pecados.

Aquele paralítico há 38 anos simboliza este estado de paralisia espiritual que acometia a muitos em Israel, no tempo de Jesus – principalmente os Principais dos Escribas, dos Fariseus e dos Sacerdotes.

Estes outros estavam fora da “Casa da Misericórdia”. Não podiam entrar nela, pois pra isso tinham que entrar por uma das Cinco Portas (alpendres), ou seja, tinham que entrar por meio da Palavra de Deus. Mas eles estavam com os seus entendimentos “cegados”, sofriam de um tipo de “miopia espiritual”.

A liderança religiosa de Israel, desde aquela época, acreditava mais na Tradição Oral, do que na Torá Escrita por Moisés. Eles chegavam a invalidar os Mandamentos que o Eterno deu ao Seu povo por meio da Torá e dos Profetas, para seguirem os mandamentos de homens.

O próprio Jesus já tinha advertido sobre esse erro:

Invalidando assim a palavra de Deus pela vossa tradição, que vós ordenastes. E muitas coisas fazeis semelhantes a estas.
Marcos 7:13

Yochanan, João, está ensinando, por meio da cura do Paralítico do Tanque de Betesda, que a Porta de Entrada para a Graça não é a Tradição Oral, mas a Palavra de Deus.

Mas os líderes da religião não conseguiram ver que Yeshua (Jesus) era a Torá Viva, o Profeta anunciado por Moisés, a própria Palavra de Deus, viva, a Porta de Entrada para a Misericórdia e a Salvação.

Tornou, pois, Jesus a dizer-lhes: Em verdade, em verdade vos digo que eu sou a porta das ovelhas
João 10:7

Por isso, a “Misericórdia Viva e em Pessoa”, a própria “Porta para a Misericórdia”, a “Palavra de Deus” encarnada, vai ao Tanque de Betesda para acabar com aquela paralisia física e espiritual:

Jesus disse-lhe: Levanta-te, toma o teu leito, e anda. João 5:1-8

Sobre o autor | Website

ישראל סילבה Casado com Ana Paula Curty, papai da Sarah Curty, formado em Hebraico Bíblico, Geografia Bíblica, e Contexto Judaico do Novo Testamento, é Especialista em Estudos da Bíblia Hebraica, certificado pelo Israel Institute of Biblical Studies da Universidade Hebraica de Jerusalém; Apocalipsismo Judaico, pela Keets alMayim.

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  • Honorato, Yoel

    SIMPLESMENTE ESTUPENDO!!!!!…MARAVILHOSO ESTUDO….TODA RABA

  • Eder Leal

    Só faltou explicar que a parte do anjo que descia não está no original Grego!!

    • O Grego não é o original. O original é Aramaico, e lá está registrado que o anjo descia sim! Shalom!

  • Osvaldo Tecnico

    Paz e graça. Sou de Araraquara SP e ao pesquisar o tema na Internet cheguei aqui. Obrigado por partilhar conosco este belo e edificante estudo. Um abraço, em Cristo, seu irmão Osvaldo Soares.